segunda-feira, 24 de junho de 2013

Uma pausa para Reflexão

Em uma de nossas animadas manhãs, as crianças brincavam livremente no parquinho, livres... E eu, enquanto educadora, administrava as situações diversas, do tipo: "Ôooooow tia, o "João" disse que eu não sou o Homem Aranha"(uma reclamação feita por uma das crianças, com um tom de profundo descontentamento) , e outras como consolar a dor do joelhinho ralado no parque. São situações extremamente únicas, pelo fato de como elas enxergam o mundo, o perdão é tão fácil de ser deliberado para com o coleguinha, o joelho ralado dói, mas o toque, as palavras de segurança e confiança os impulsionam a brincarem e esquecerem o ocorrido. São coisas cotidianas, simples, comuns...mas de efeitos reflexivos para nossa vida adulta.


Porque as crianças nos tiram a austeridade do dia, nos fazem

 rir no meio da simplicidade da sua pureza, nos fazem querer 

chorar quando sabemos que seus problemas não estão sob 

nosso controle .Cada criança é 

"como uma flor, que fura o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio"

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